TOP 10 – Camisa mais Feia

Os uniformes usados até as primeiras décadas do século passado eram muito simples e não continham muitos detalhes. Com o passar do tempo e a evolução tecnológica, não só a qualidade do tecido melhorou, mas também surgiu a possibilidade dos designers inovarem e levaram sua criatividade ao extremo. Desde as famosas marcas d´água dos anos 90 até os micro detalhes nas golas e no interior das camisas atuais.

No entanto, nem sempre é possível agradar a todos, e de vez em quando as coisas não dão muito certo. É claro que, apesar de existirem algumas convergências, definir se um uniforme é feio ou bonito é uma questão de gosto pessoal. Dessa forma, o que feio para mim pode ser lindíssimo para outra pessoa.

Esse é o primeiro TOP 10 que eu escrevo baseado exclusivamente na minha opinião, por isso possivelmente você irá descordar da ordem ou se lembrar de alguma camisa que esteja faltando. Então comente lá o que você achou, qual é a mais feia na sua opinião, a camisa faltou etc…

Para ver a lista das 10 improvisações de uniformes mais marcantes das Copas click na imagem a baixo.

Brasil 1954

Quatro anos depois de sofrer uma das mais importantes derrotas de sua história a Seleção Brasileira volta a um Mundial em 1954, já como a único a ter disputados todas as Copas anteriores.

Assim, como o uniforme a equipe era toda nova e contava com craques como Nilton Santos e Didi. A nova camisa foi usada pela primeira vez nas eliminatórias e o resultado não poderia ser melhor, quatro vitórias em quatro jogos e a vaga garantida.

Na Copa o primeiro adversário foi novamente a fraca Seleção Mexicana (assim como em 50). O Brasil aproveitou bem a ausência do goleiro titular, Carbajal, e golearam por 5 a 0.

A partida seguinte foi contra a Iugoslávia, que havia vencido a França em sua estreia. Dessa forma, embora os brasileiros não soubessem, bastaria o empate para as duas equipes continuarem na competição. O jogo foi muito disputado e os iugoslavos abriram o placar no início do segundo tempo, mas o Brasil conseguiu buscar o empate e a partida foi para a prorrogação. Sabendo que o placar era bom para ambos os iugoslavos tentaram alertar os jogadores brasileiro, que desconhecendo o regulamento do campeonato, interpretaram aquilo como uma provocação. Ainda assim, o jogo terminou empatado e as duas equipes passaram para a segunda fase.

Em sorteio foi definido que o Brasil enfrentaria a Hungria (maior favorita ao título daquele ano) na quartar e mesmo sem seu principal jogador, o craque Puskas, os húngaros não deram chances ao Brasil. A Hungria abriu 2 a 0 logo no início do jogo, mas os brasileiros equilibraram a partida que chegou a estar 3 a 2 no meio do segundo tempo. Porém faltou cabeça aos jogadores brasileiros que começaram a apelar para a violência resultando em duas expulsões e mais u gol húngaro. Com a eliminação o Brasil terminou a Copa de 1954 ocupando a 6ª colocação.

Depois do trauma em 50 os dirigentes brasileiros decidiram aposentar a camisa branca, pois esta traria má sorte. Foi feita então um concurso para eleger o novo uniforme da Seleção Brasileiro. O vencedor foi o gaúcho Aldyr Garcia Schlle com a proposta da camisa amarela o calção azul e as mais brancas. Nascia assim a “Seleção Canarinho” e a camisa mais respeitada do futebol mundial. Esse novo uniforme foi usado nas três partidas dessa Copa.

PRIMEIRO UNIFORME

O goleiro Castilho disputou as três partidas da Copa com um uniforme todo negro, com meias brancas e na camisa havia o logo da então CDB além da inscrição BRASIL, esse layout nas camisa dos goleiros brasileiros permaneceram assim durante muitos anos.

UNIFORME DE GOLEIRO